domingo, março 30, 2008

Amor-relíquia

Bom... tem um tempão que não se posta nesse blog...
pra falar a verdade umas meio que "abandonaram" o blog, outras estão meio sem tempo. Não sei dizer direito quem abandonou, mas que há o abandono, isso não há dúvidas!
Mas enfim, o post não é pra isso! haha
Eu vim postar pra atualizar mesmo, e achei que ia acabar me inspirando enquanto escrevia, como a maioria dos meus posts (e é por esse motivo que sempre ficam tão bagunçados e sem-pé-nem-cabeça), então me ocorreu uma situaçãoq que aconteceu comigo e com Amor-Perfeito essa semana.

Estávamos numa festa de uma amiga dela da época do colégio (2 grau, ensino medio). Ela não me disse, mas sei que ela queria mesmo ir pra ver a ex dela., que também estaria na festa. O problema eh que eu ia fazer show nesse mesmo dia. Acabou que, como não vimos o pessoal (leia-se a ex dela), resolvi voltar com ela pra tal festa depois do meu show. E lá fomos nós, 2h da manhã, pra festa!
A ex dela tava quase indo embora, pq a atual da ex tinha uma entrevista de trabalho no dia seguinte, bem cedo. Dirigi o mais rápido que pude, pq, pra ser sincera, eu tb queria ver a ex dela. Pode não parecer, mas gosto muito dela, ainda que tenhamos convivido muito pouco, e eu SEI o quanto ela significou pra Amor-Perfeito.
E conseguimos chegar à festa a tempo de encontrar as duas. E foi muito bom. Elas conversaram, amenidades na maior parte do tempo, mas era possível ver nos olhos delas o carinho que ainda nutriam uma pela outra. E eu fiquei muito feliz pela minha Pequena. E decidimos que vamos começar a conviver mais com sua ex e a namorada dela (que aliás, é HILÁRIA).
Sabe, eu até hoje não sei a fundo a história que as duas tiveram (amor-perfeito e a ex dela), mas eu sei que elas se gostaram muito. Dá pra ver isso nos olhos delas, quando se encontram. É uma ternura muito grande, um carinho, um cuidado muito grande. É um resto de amor que elas cuidam, na forma de boas lembranças, de encontros tranquilos, de amizade sincera. Eu tenho a impressão de que um dia elas ainda vão ter uma relação muito mais constante de amizade, e companheirismo mesmo (não falando no sentido sexual ou de romance). E eu to torcendo muito pra isso acontecer.

Ver as duas conversando me deu esperanças de que os sentimentos não morrem, mesmo depois de tanto tempo e tantos outros relacionamentos. Me fez ver que, quando uma pessoa realmente significa alguma coisa pra você, quando o sentimento te marca, ele não vai embora.
E sabe... às vezes eu tenho um pouco de receio por mim, sobre o meu relacionamento com a Impatiens...
Pode ser projeção dos meus medos, mas não sinto dela o que senti da amor-perfeito com relação à ex dela e vice-versa, quando nos encontramos... Pouco nos dirijimos uma à outra, ela pouco olha nos meus olhos, ela pouco me olha, pra ser sincera. (pelo menos que eu perceba...)
E sei la... acho que eu tenho muito medo do amor que eu senti pela Impatiens morra completamente, a ponto de nem mesmo guardar o carinho que ainda me resta no peito...



(e, pra variar, mais um post sem-pé-nem-cabeça)

sexta-feira, fevereiro 22, 2008

Tô virando gente grande...

... e não sou nada do que achava que seria. Quanto eu tinha uns 7 anos, aqueles amigos chatos do meu pai que iam nas minhas festas de aniversário, e que não tinham assunto pra conversar comigo, me perguntavam o que eu queria ser quando crescesse. Ai eu dizia: "ahh quero ser bióloga, pra estudar e desenhar bichos". Dos 11 aos 16 anos, os mesmos amigos, ainda sem assunto, faziam a mesma pergunta e eu respondia: "ahhh quero fazer medicina." E realmente gostava, sabe? Ia assistir cirurgias, assistia programas de médicos e me identificava. Por acasos do destino, entrei em contato com o curso que amo! Arquitetura. E ai os mesmos amigos, agora insuportáveis, me perguntavam: "mas mudou por que?". (intrometidos). Eu respodia: "ahhh pq sim, vi e gostei".
Nem preciso dizer que dos 7 aos 11 eu achava que encontraria o homem da minha vida, casaria e seria feliz para sempre. Até os 14 eu dizia que queria ser mãe solteira. Hoje, aos 18, quero ter filhos com uma parceira. Quero um estágio, quero fazer cursos profissionalizantes, quero estudar muito, quero ganhar muito dinheiro pra poder sair de casa e casar. Quero um emprego que me dê estabilidade. Adquiri "stress" e gastrite nervosa, mas dizem que tem cura. Quero voltar a criança. Não ter responsabilidades. Brincar de bola na rua. Isso significa que virei gente grande... e não sou nada do que achava que seria...

sábado, fevereiro 16, 2008

De volta a onde tudo começou...

Ontem eu e Amor-Perfeito fomos ao teatro! Um teatro bem famoso, daqui da cidade, com uma peça que tínhamos ouvido falar bem... A peça era de um grupo conhecido e do qual gostamos bastante.
Chegamos, sentamos... Resolvi olhar o cenário e o palco, antes da peça começar...
Foi então que ela olhou pra mim e disse: Amor, foi aqui que tudo começou!
Eu levei uns 5 segundos pra me tocar de onde estávamos! Olhei no cenário: Olha, linda, foi bem ali, onde tem a foto da velha!
Ela disse: é verdade... bem ali mesmo!
Ao invés da foto, um praticado (nunca sei se é esse mesmo o nome) revestido de carpete. Estávamos na passagem de som pra o show de uma banda no qual o coral que participamos cantaria... Foi uma brincadeira besta... Ela, pra me sacanear, perguntou: Ah, Dama, quer dizer que agora você vai pegar todo mundo, é? Eu respondi: Claro! Depois de 4 anos de monogamia! E vou começar por você!
A partir daí, cada palavra teve uma segunda intenção, cada gesto teve uma segunda intenção... E enm foi programado!
Antes de entrar no palco, o lugar dela era na minha frente, eu fazia carinho nas suas costas, nos quadris, na cintura, encostava de leve e a sentia se arrepiar toda... Tão linda, tão cheirosa! Que sorriso, que voz! O tesão ia crescendo, e, pra variar, eu ia ficando cada vez mais nervosa.
Ao final da apresentação eu tive que levar meu irmão em casa, e nao pude sair com ela. Será que a gente ia ficar? Será que ela realmente queria ficar comigo? Ah, deve querer... Ela era uma das maiores pegadoras que eu conhecia... Do tipo que, se estava sentada à mesa com 9 pessoas, pelo menos 8 ela já tinha pegado.
E eu, super nervosa, depois de 4 anos de namoro com Impatiens, morrendo de vergonha...
No dia seguinte rolou de podermos ir à casa da melhor amiga dela, que também é uma amiga minha, a Hortênsia, que inclusive era integrante do Jardim...
E lá, na adega, ela veio em minha direção. Confesso que nao sabia se realmente queria aquilo... Mas ela veio e me beijou. Estranhei no começo, sabe? Depois de 4 anos beijando uma pessoa, qualquer outra parece completamente estranha!
Mas enfim... Fomos nos entendendo e criando uma coisa nossa. Lembro que no dia seguinte ao dia em que ficamos eu queria mais. Tava super tensa, achando que ela nao ia mais querer ficar comigo e tal... Mas ela mandou mensagem, eu liguei pra ela... Pouco tempo depois (uns 2 dias) estávamos ficando denovo...
Já passamos por muita coisa juntas. E foi muito bom voltar ao lugar em que tudo começou!
Sentir todos aqueles sentimentos, no lugar em que tudo teve sua origem.... Relembrar, olhando praquele cantinho do palco, cada palavra da conversa, cada olhar, cada expressão!
E é muito bom sentir tudo aquilo, todos os dias, quando estou com ela...

terça-feira, fevereiro 05, 2008

Um post a quatro mãos!

Esse blog não é atualizado há um bom tempo, então eu (Dama-da-noite) e Amor-perfeito resolvemos fazer um post juntas!
A questão agora é: sobre o que falar? Poderia falar da confusão que ficou aqui em casa depois que a última esperança dos meus pais resolveu sair do armário, mas aí esse post ia ficar mais meu do que da Amor-perfeito, então não conta!
Poderíamos falar, também, dos últimos comentários homofóbicos da família da Amor-perfeito que acabaram por fazer com que ela desistisse de se abrir pra eles, mas isso ia ficar muito pessoal pra ela também... Não conta!
Pra ser um post nosso, tem que ser sobre a gente, entao, né?
Vamos falar do namoro-recém-reatado-que-na-verdade-nunca-acabou!
É meio estranho falar que nunca acabou, pq na verdade a gente terminou umas 3 ou 4 vezes num espaço de duas semanas, aproximadamente, e continuamos terminadas por quase um mês (ou será que foi mais?)... Mas, se qualquer um olhar bem direitinho, a gente nunca terminou. Desse mês que estávamos terminadas, efetivamente só houve uma semana (talvez uma semana e meia) em que não ficássemos... E não houve momento algum em que parássemos efetivamente de nos tratar com namoradas, a gente só nao trepava, basicamente.
Eu tava muito confusa, muito de ego cheio e me atrapalhei com um monte de coisas! Cara, a situação era ridícula: a gente nao podia se ver, era uma arroizando mais que a outra, e toda aquela química escrota, o tesão na puta que pariu das alturas e eu, como sempre muito cabeça dura, nao cedia, mas cedia, mas sem ceder... vai entender...
Pra vocês terem uma noção de quão ridícula a situação estava: na única semana em que a gente EFETIVAMENTE não se beijou (na boca, óbvio), estávamos viajando pra uma cidade do sul. Com uma galera, e acabamos ficando as duas no mesmo quarto (e só as duas). Eu tava decidida a não ficar com ela, e nada ia me remover desse objetivo! Certo? É... quase.
A gente assim, nao ficou EFETIVAMENTE... Mas acordamos no meio da madrugada, PRATICAMENTE TREPANDO.... Claro que, assim que as duas se deram conta do que tava acontecendo, cada uma virou pro seu canto e fingiu que nada tinha acontecido...
Detalhe: ninguém sabe quem começou o quê e como, porque AS DUAS ESTAVAM DORMINDO...
Situação ridícula, né?
Tá... A Amor-perfeito nao quer escrever...
Resultado, post só meu, então... Sob a supervisão dela... Melhor, sob espiadas dela.
Continuando...
Ela disse que foi o mês mais longo do ano, porque foi ruim (acho que foi algo parecido com isso que ela resmungou aqui...).
Enfim (acho que ela tá chateada comigo, por algum motivo fora a TPM dela que tá o cão esse mês, mas ela me ignora e nao fala nada...).
Após essa confusão toda, da MINHA enrolação toda (porque sim, eu era a confusa, a puladora de cerca imbecil que quase jogou fora a melhor coisa que aconteceu na sua vida nos últimos tempos), resolvemos voltar e estamos bem.
Agora a família tem até um novo integrante, um brinquedinho mega legal, laranja, com uma cinta vermelha, de couro sintético.... (e rapaz, como ela fica gostosa vestindo isso, afffff)
Nessa última semana é que as coisas tão meio complicadas, pra gente.... Juntou a minha TPM com a dela, minhas cólicas surreais de absurdas, falta de paciência das duas e sabe-se-Deus-mais-o-que, e a gente meio que anda se estranhando sem se estranhar abertamente...
Sei lá. Não acho mais nada, também...
E eu nao sei como acabar esse post... E, sinceramente, acho que esse foi o post mais sem pé nem cabeça que eu já escrevi, em toda a minha vida!
Mas fazer o que, acho que é só um desabafo a duas mãos, mesmo.




(e acabou que essa porcaria ficou pessoal, pra variar)

domingo, janeiro 20, 2008

É uma questão de estado de espírito...

Sou estudante, sou criança,
sou fumante, sou rodada.

Sou sexy, sou feia,
sou gorda, sou magra.

Sou amante, sou amada,
sou carente e amarga.

Sou femme, sou butch,
sou chic, sou sapata...

bom... pelo menos fora de casa...

terça-feira, janeiro 15, 2008

The Chart

Pra quem assiste The L Word, e se amarra no The Chart, que a Alice criou: www.ourchart.com.
O site é em inglês, mas não é muito complicado de mexer. Pra quem não conhece, ele tem a proposta do Quadro que existe em The L Word: basicamente você coloca seu nome e foto, adiciona amigos e pessoas com quem você já ficou (se elas forem usuárias do site) e ele monta sua teia de conexões. A partir delas você descobre a quem está indiretamente ligado e por quem!
Eu achei super bacana!

sexta-feira, janeiro 11, 2008

Casa nova de novo!

Agora é real! A previsão da mudança é para o meio da semana que vem e eu não vejo a hora dela acontecer mesmo. Nossos gatos tão estressadíssimos, nossas coisas estão uma bagunça, faltam coisas pro dia-a-dia pois estão nas caixas.

Pra quem não acompanhou a história inteira, no ano passado eu e Orquídea alugamos uma kit, mas com o tempo vimos que seria melhor se estivéssemos mais perto das mães (que moram perto!) e que os gatos precisavam de mais espaço. Assim fomos atrás de um apartamento maior. Mas, como lugar nenhum queria aceitar animais, resolvemos procurar uma casa pequena, maior que a kit e de preferência com jardim, assim minha cachorra poderia ir morar com a gente. Achamos uma casa linda, pequena e com jardim enorme.... Fechamos o contrato e compramos outra cachorra pois será necessário um cão de guarda agora.

Bom, todas essas resoluções levaram quase 1 mês pra acontecer e agora faltam só os reparos na casa e a gente muda!

Eu to ansiosa, esses grandes passos sempre me assustam um pouco. Mas acho que vai ser bem divertido, a minha regra ainda vale: eu só saí metade de casa, então podemos tentar não invadir o espaço uma da outra, mesmo que isso seja muito difícil as vezes.



Um recado para as Flores e para as amigas: sinto falta de vocês!!!! Preciso de vocês perto!!!

=******

sexta-feira, dezembro 28, 2007

Sobre minha motivação e meus objetivos com o Jardim

Recordações de um tempo de dúvidas e medos. Outro dia uma garota me encontrou na internet através de um texto que escrevi em um site. É, alguém lê esses textos! Claro que dá um certo orgulho. Mas também me bate uma solidãozinha, tanta vontade de mudar o mundo e o que eu fiz? Nem escrever no Jardim eu estava escrevendo esses meses. Pensei que não adiantava. Ninguém lê, e quem lê não se importa. Os gays estão aí, dominando a moda e o mundo, e as sapatonas estão escondidas, pintando seus cabelos de vermelho e fingindo que têm namorados. Eu tinha decidido viver minha vida e foda-se o resto, ninguém precisa da minha ajuda, e nem dos meus textos. Mas eu preciso.

Viajei para São Paulo no início de dezembro. Uma cidade maluca, gigantesca, tantas pessoas insignificantes esbarrando com você na rua. Tantos casais gays, o mesmo tanto que casais héteros. A mesma proporção. Andar na av. Paulista é se sentir no coração do mundo, muitas bichas, todos são bichas, as pessoas que importam são gays. Descia a Augusta pra comer qualquer coisa num boteco e lá estavam elas, meninas lindas de mãos dadas. Lésbicas, lésbicas, lésbicas para todos os lados, e eu queria estar com todas elas e com nenhuma delas - queria a Violeta do meu lado, para andar com ela sem ser uma aberração, sem me sentir infringindo nada, só vivendo. Pela primeira vez eu podia respirar, meu pulmão do tamanho do mundo e meu sorriso enorme, "a Violeta chega no fim de semana, vamos pra que boate quando ela chegar?"

Quando voltei, senti falta da comida indiana, dos inúmeros restaurantes 24 horas, do show de bandas feministas que eu não fui. Fiquei pequena de novo, ainda vivendo minha vidinha e andando de mãos dadas com minha namorada na rua - ainda tendo muito orgulho do que eu sou, mas tudo tão diferente de lá. Lá eu não precisava provar. Eu era.

Não gostaria de morar em São Paulo. Mas eu gostaria de ter essa liberdade, essa deliciosa sensação de ser indiferente sendo tão diferente de todos ao meu redor. Voltei e me senti sozinha de novo, onde estão todas as meninas lindas que são como eu? Me senti perdida como eu me sentia no início de tudo (quantas vezes achei que ia terminar sozinha). Até ser encontrada por essa garota, essa que eu falei no começo.

É engraçado. Antes eu escrevia para alcançar meninas como eu que estavam perdidas. Queria que elas soubessem que são normais e que há muitas outras vivendo vidas como as delas. E depois de tudo - eu demorei alguns anos para perceber, que arrogância a minha - eu entendi que quem precisava acreditar nisso era eu mesma.

sexta-feira, novembro 30, 2007

Sapatão!

Ontem teve a formatura da minha ex-escola...
Eu me formei há 3 anos, Violeta há 2, Orquídea a 5 (tá certo?), Impatiens formou comigo!
A irmã da Violeta tava formando ontem, a menina que eu tava ficando até segunda feira também...
Resolvi ir, pra fazer vontade nela, pra ver o q tava perdendo...
Cheguei lá e a Violeta me ligou, fui direto pra mesa dela!
Sensacional: todos os meninos de terno e gravata, as meninas de longo, longuete, salto alto e cara de que passaram HORAS no salão.
E eu (terno preto, camisa azul marinho, suspensório e gravata brancos) e Violeta (terno e camisa pretos, gravata laranja e moicano)....
Achei sensacional!
Todo mundo olhando pra gente (andando com duas meninas liiiiiiiiindas de morrer), as meninas nos encaravam de um jeito!
Eu me achei muito ontem!
Copo de uísque na mão, brincando com meu zippo prateado na outra mão, ora mão no bolso, mostrando o suspensório, hora na cintura de alguma das minhas muitas amigas que estavam lindas!
hahha
eu me diverti a valer!
Me senti a mais sapatão EVERRR...
e eu gosto de me sentir assim, de vez em quando...
Uma sapatão beeeeeeem butch mesmo....
e aí, quando enjôo, porque não colocar uma calça apertada e uma blusinha que mostra meu corpo?

Versatilidade....
adoro isso!



(post nada a ver, só pq isso aqui tá muito parado mesmo!)

quarta-feira, novembro 14, 2007

Atualizando...

Esses dias eu tava conversando com a Impatiens e ela me disse que eu tinha que atualizar isso daqui.
Na ocasião da conversa, nao havia nada a ser atualizado acerca da minha vida amorosa, que começou a ser contada pela Amor-Perfeito, no último post.
Conversando muito com a Impatiens, sobre minhas confusões e tal, ela me disse uma coisa que foi um puta soco no estômago: "Porque você ainda tá com a Amor-Perfeito? Não vê que só faz mal pra ela?"
Pois é... Eu, na minha imensa confusão, não me coloquei no lugar dela. E realmente nao tinha visto o quanto fazia mal pra ela.
Foi então que eu decidi, finalmente, deixá-la ir. Procurar alguém que lhe faça mais feliz, que lhe dê o que ela realmente precisa. Alguém que nao pense apenas em si próprio.
É o certo. É a melhor coisa a se fazer. Afinal, eu estou me apaixonando por outra pessoa, e ela precisa seguir em frente. Ela precisa fazer o que ela tem que fazer, e eu preciso fazer o que eu tenho que fazer.
Simples assim.
Ela precisa das certezas dela, eu preciso aprender a ir devagar, eu preciso viver coisas que ainda nao me deixei viver.
Eu preciso seguir meus impulsos e parar de raciocinar sempre como se estivesse num casamento pra vida inteira, como sempre fiz.
Foi assim com Impatiens, foi assim com Amor-Perfeito...
Espero que tenha sido a última vez. Pra aprender mesmo.
E fazer diferente no futuro, quando a oportunidade vier.

Ainda assim, eu te amo. E sei que você sabe.

terça-feira, outubro 30, 2007

"Tudo que um dia foi não é mais..."

Primeiramente devo me apresentar. Sou amor-perfeito. Tenho 18 anos e faço o curso que amo, mas que não acredito ter talento suficiente para concluir. Sou assumida para o mundo, mas não para meus pais. E, atualmente, sou ex da Dama-da-noite.

Eu e a Dama namoramos por 6 meses completos, sendo que dois desses eu passei viajando. Desde o dia em que consideramos a possibilidade de ficarmos, a intensidade dos nossos sentimentos foi assustadora. Sentir o calor de alguém nunca tinha sido tão excitante quanto sentir o calor dela naquela noite. Nunca tinha passado tão mal em uma situação como aquela. Sempre achamos que era pra sempre. Tínhamos nossos planos. Tínhamos até um pai (caso precisássemos de um doador) para a nossa moleca.
Foi quando aconteceu o inesperado. Em uma viagem, a Dama ficou com outra garota. Encantou-se por ela. Ficou confusa. Ficamos abaladas. Ela se afastou de mim e vice e versa. Conversamos muito. Tentamos fazer dar certo, mas não é justo ficar com uma pessoa quando você tem sentimentos por outra. E, ontem, foi oficializado o fim do nosso namoro.
O que eu senti? Alívio. Precisava de uma certeza. Mesmo que fosse um ponto final. E agora posso seguir com a minha vida. E ela pode seguir com a dela.

Hoje tivemos a oportunidade de conversar. Foi maravilhoso. Fazia tempo que não nos divertíamos tanto juntas. Foi tão com vê-la sorrir como hoje. Como não via há um certo tempo. E é isso que eu quero. Quero continuar me divertindo com ela. Conversando. Contando meus anseios. Chorando no seu colo, como tanto fiz semestre passado. Quero poder contar com ela, do mesmo jeito que ela pode contar comigo. Pra tudo. Pra sempre.

Eu t amo incondicionalmente! (e acho que você não tem mais duvidas disso, né?)

terça-feira, outubro 16, 2007

Vivemos numa ditadura.

Vivemos numa ditadura. É assim que começo meu texto hoje. Quem viveu na ditadura diria que eu sou uma felizarda por não ter a menor idéia do que estou falando, e espero que seja verdade. De qualquer forma, cada pessoa avalia o mundo a partir de suas próprias experiências, e para mim posso afirmar categoricamente: vivemos em uma ditadura.

São 2:20 da manhã e eu e Violeta acabamos de chegar em casa. Estávamos desde as 22:30 na porta do Presídio Feminino aguardando uma amiga nossa ser solta. O crime dela? Nenhum.

Tudo começou na terça-feira passada. Esta nossa amiga foi visitar outras colegas que estavam em um prédio comercial abandonado. Só para ilustrar a história, as pessoas que estavam naquele prédio pagaram mais de R$800,00 de água e luz atrasados 3 meses para poder utilizar o local. Nenhum "gato" de luz, nada. Continuando... ela foi visitar as colegas, até levou um melancia pro café da manhã. Lá pelas tantas, a polícia entrou no prédio e mandou todas elas mostrarem suas identidades. "Primeiro você mostre a sua", disse uma das meninas. O policial deu um tapa na garota e respondeu: "está aqui a minha identidade". Todas foram levadas para a delegacia, e na TV apareceram imagens do local com uns colchonetes e uma melancia cortada em cima da pia. O motivo: formação de quadrilha.

Na delegacia, as meninas viram os policiais discutirem na frente delas se "plantavam" ou não drogas no local para acusá-las de porte/tráfico de drogas. Elas aguardaram durante todo o dia de terça e nossa amiga, que sofre de uma grave fibromialgia, teve uma crise séria por ter sido privada de seus remédios. Os policiais só a deixaram tomar o remédio porque uma ambulância pública teve de ser chamada para conter a crise.

Passaram a noite lá, e no dia seguinte na hora do almoço foram transferidas para o Presídio Feminino. Decisão arbitrária, sem fundamento, sem provas, sem sentido. Como em toda prisão, elas foram humilhadas, maltratadas por funcionárias, perderam suas roupas e identidades. "Mão pra trás e cabeça pro chão", foram o que mais ouviram durante esses dias.

Passaram a quarta-feira lá, mesmo com toda a pressão feita por grupos de Direitos Humanos. Conheceram outras detentas que estão lá por nada, inclusive uma garota que foi presa porque os policiais não encontraram seu pai e decidiram levá-la para cadeia no lugar dele. Dormiram lá e o juiz disse que daria uma decisão na quinta.

Na quinta-feira, ficamos na expectativa. Aguardamos durante todo o dia. À noite, o juiz disse que trataria do assunto no dia útil seguinte. Como sexta era feriado, a decisão ficou para hoje, segunda. As garotas ficaram a noite de quinta-feira, e sexta, e sábado, e domingo. Por um crime absurdo que nunca cometeram.

Hoje eu saí do trabalho as 22:00 e a Violeta foi me buscar, dizendo que essa nossa amiga seria solta. Fomos direto para a frente do Presídio. Esperamos, esperamos, esperamos. A burocracia levou mais de 2 horas. As outras amigas falaram que tinham grandes suspeitas de seus telefones terem sido grampeados. Por fim, as meninas saíram.

Abraçamos todas, até aquelas que mal conhecíamos. Um monte de gente chorando. Piadas a respeito da tal "quadrilha". Depois de um tempinho, chegaram vários carros de amigos das outras garotas (as que nós mal conhecíamos). Os amigos portavam 2 câmeras filmadoras, faixas de protesto, máquina fotográfica. Muito abraço, muito sorriso, um pouco de choro e muita indignação com tudo que tinha acontecido.

E de repente, não sei de onde surgiram 4, 5, 6 viaturas da polícia. Eles fecharam a nossa saída e começaram a entrar pelo único lado que poderíamos sair. Ficamos com medo, pronto, é nossa vez de ir pra delegacia. Ninguém falou nada, mas todos entraram em seus carros e saíram de fininho, envergonhados, humilhados pelo uso da força. Viemos para casa com medo, silenciados, com o fervor da raiva vindo de dentro. O que fazer para protestar? Se eu reclamar, vão me prender também? E aquela garota que foi presa no lugar do pai, quem vai interceder por ela?

Ao final da noite, a frase mais marcante foi de uma grande amiga da Violeta, que trabalhou incansavelmente para a "soltura" das meninas. Ao abraçar o pai de uma das garotas que estava presa, o pai soltou um "Graças a Deus elas vão sair" - ao que a garota respondeu um: "Graças a nós. Deus estava dormindo".

terça-feira, outubro 09, 2007

eu+ex-namorada+atual dela= amizade(??)

Sabe...
Eu achava que aquela historia toda de "ah, nao rola de manter a amizade depois do fim do namoro" era a maior besteira do mundo, sabe?
Po, sempre me dei tao bem com meu ex-namorado, pq as coisas iam mudar com a ex namorada, não é?
Pois é... acho que minha amizade com O meu ex funcionou pq ele nao começou a namorar logo depois do fim do nosso namoro, e eu tb nao.
To começando a achar que o problema são @s atuais namorad@s que confundem as coisas.
Têm ciúme... mas, do que? Não sei se conseguem perceber, mas, pra mim, se não estamos mais namorando, é pq nao deu certo, não tem mais sentimento (ao menos o q tinha antes), e se vcs estão nos namorando agora é pq gostamos de vocês, e confiamos, e queremos construir uma relação.
Com os atuais! Não com o que a gente já viu que não dá certo.
Aí fica aquela palhaçada de "olha, no comenta que te vi hoje, lá ao longe passando do outro lado da rua, de carro, tá? é muito complicado!"
É complicado pra quem, cara-pálida?? qual o problema de eu estar passando do outro lado da rua e a ex me avistar?
ou qual o problema de sairmos uma grande grupo e minha ex estar lá?
voce não confia em mim?
ou a outra você não confia nela?
sinceramente, se for pra ficar nessa palhaçada de ciúmes, desconfiança, é melhor nem continuar!
Privar uma pessoa do convívio com um alguém que lhe foi extremamente importante por 4 anos!
Isso é absurdo! É o cúmulo da insegurança!
Velho, se olha no espelho. Não vê o quanto você é foda?
Não vêem que é pra vocês (as atuais) que olhamos com os olhos brilhando, cheias de orgulho e, muitas vezes, sem acreditar que vocês estão com a gente?
Não vêem que os brilhos nos olhos pelas ex's se tornaram opacos?
Enfim...
Acho que por fim estou descobrindo que amizade com ex só existe enquanto os atuais (ambas) estão no mesmo ambiente. Porque, se não for assim, não vale.
Será que eu sou muito sonhadora?
Ou será possível manter uma amizade com a ex?

domingo, outubro 07, 2007

Ameaças no meio da noite

Ontem estávamos eu e Violeta andando pela cidade atrás de algo para comer depois da meia noite. Depois de perambular um pouco, decidimos ir a uma loja de conveniências 24 horas que abriu perto de nosso apartamento (que, diga-se de passagem, estávamos relutantes em ir porque comida 24 horas perto de casa = freqüentadoras assíduas do local).

Acabamos indo lá, comemos, compramos porcaria pra comer em casa vendo filme e, ao sair, tivemos que passar por meio de um grupo de caras. Pedi licença e, logo após passar, ouvimos os comentários. Primeiro um "claro, pode passar!" rapidamente interrompido por um "opa, ou não... pera lá..." e um "me dá uma carona?"

O pior veio por fim, quando já estávamos no carro. "Nessas horas eu queria ser um skinhead". Liguei o carro rápido e acelerei enquanto eles entravam no carro de trás olhando para a gente.

Corri um pouco, o coração na boca, dei algumas voltinhhas pelas ruas perto de casa antes de ir pro apartamento. Quando tínhamos certeza de que ninguém nos seguia, viemos para o apê.

Fiquei com medo, me senti impotente, idiota. Por que não fizemos nada? Em outros tempos, teríamos retrucado - estávamos num posto de gasolina, tinha muita gente lá, era um local relativamente seguro e com várias testemunhas. Por que precisamos passar por isso? Tinha vontade de gritar "quem é você para invadir minha vida, tentar me prender nela, tirar minha liberdade? Quem é você que se sente no direito de reprimir o meu amor, ou tirar minha vida?"

Conversando com Violeta percebemos que estamos fracas, passivas. Talvez por termos passado por coisas tão ruins no relacionamento estamos sem a nossa ligação forte, inquebrável. Enfim. Foi ruim, me deu um puta dum medo e me fez sentir violentada. Cadê a minha segurança? Cadê a minha coragem? Onde foi parar minha militância?

Acho que a pior parte, depois do medo, foi me sentir covarde.

quarta-feira, outubro 03, 2007

Meu infinito particular

"Feliz com tudo e com as novas amizades."
Foi assim que eu terminei o meu post anterior. Mal sabia eu que o meu "tudo" e as minhas novas amizades (a generalização não é verdadeira) eram uma farsa em que só eu vivia.
No mesmo dia em que eu escrevia aqui, minha namorada e a minha nova "amiga" eram egoístas (pela segunda vez, logo eu saberia) o suficiente pra viverem as conveniências delas.
Talvez eu seja realmente muito diferente disso e tenha consideração demais pelas pessoas, pelos sentimentos alheios e pelo relacionamento alheio. Não é porque o meu tá ruim que eu quero que todos os outros também sejam ruins.
Achei idiota, baixo, desnecessário. Acho que faço expectativas e idealizo as pessoas mais do que elas merecem. Azar o meu. E só meu.
Se teve alguém "enganada e sacaneada por alguém" não foi a jasmim, não foi a orquídia.
Não estou aqui me fazendo de "oh, sou a coitada traída". Mais do que isso me sinto bem por ter idéia e ideais de que as amizades são leais, de que não se faz amigos em um mês, de quem gosta cuida, não quer te machucar, nem te enganar. Também não estou aqui querendo crucificar, culpar uma só pessoa, nem qualquer pessoa. Não tenho raiva, não tenho mágoa... muito pior (ao meu ver, porque vai saber a opinião dos outros) eu tenho desprezo ao pensar em quão baixo isso é... e o desprezo, muito mais rápido do que eu queira já vira indiferença.
Da minha parte, nada será como antes.



Às outras flores: Talvez não tenhamos mais muito contato, mas entendam que isso não é de forma alguma pessoal e direcionado à vocês. Estou saindo do jardim mas vocês sabem como me encontrar.


terça-feira, outubro 02, 2007

Meu depoimento sobre o que aconteceu

Não estou aqui para fazer papel de vítima. Dessa vez, essa é a última coisa que eu sou. Fiz merda mesmo e assumo o que fiz. Sei que não foi tão inesperado porque eu já vinha falando que estava infeliz no relacionamento e que queria ficar com outras meninas. Isso justifica alguma coisa? Não. O relacionamento ainda estava lá, ruim ou não, e eu não podia ficar com outra pessoa. Ainda mais quando isso envolvia outras. Enfim. Foi feito, e foi errado, mas eu não posso fazer nada mais do que pedir desculpas e não cair no mesmo erro.

O que me deixa com raiva é me sentir enganada e sacaneada por alguém. É ter me encantado por uma garota que não é real. Uma máscara. Alguém que falava coisas para mim, me fazia sentir única e especial, e depois fazia isso com a minha namorada, e com a namorada dela, e sabe-se lá com quem mais...

Sim, eu estava carente, e por isso acreditei. Assim como a Violeta, que também estava carente de atenção e carinho e amizade, e acabou se tornando uma "namorada afetiva". O lado sexual ficou para mim. Pelo menos foi o que pareceu.

Enquanto isso, saíamos as quatro para jantar e se divertir como se nada estivesse acontecendo. Uma merda de situação.

No fim das contas, eu desestruturei o grupo. Sei que o meu sentimento de revolta nada significa em reação às pessoas que magoei. E não é pra significar mesmo - eu não me perdoaria. O meu namoro eu já consegui consertar. Agora estamos mais transparentes, abertas, mais fortes. Aprendendo a lidar com nós mesmas de novo. Mas as amizades... essas eu não sei se sobreviverão. E eu entendo se não sobreviverem.

O que eu queria mesmo é que tudo fosse como antes. Bobo, divertido, íntimo, constante, próximo, cheio de confiança e com plena consciência dos limites. Na verdade a plena consciência dos limites a gente nunca teve, e daí veio toda a bagunça. Será que dá pra recomeçar? Acho que não, e essa decisão não cabe a mim. Da minha parte eu espero, distante, e fico no aguardo de alguma reaproximação, mas sabendo que isso pode não acontecer. Da minha parte, eu peço desculpas pelos erros que cometi e aceito o que for decidido por vocês.

quinta-feira, setembro 27, 2007

De como eu vim para o jardim...

Namoro recém terminado, fase deprê "ai eu quero chorar" já tinha passado mas eu ainda estava me obrigando a sair de casa e ocupar a cabeça.. Sairia nem que fosse sozinha e pra qualquer lugar.
E foi assim que depois de um vestibular, eu me vi sozinha no meio de uma parada gay. Fui sem intenção de "pegar" alguém. Andava por entre as pessoas com uma cara de estou-procurando-alguém-não-me-enche. E assim foi até quase o final do percurso.. quando ouço um "Oi. Tá procurando alguém?"
Uma menina tímida, tímida que mal olhava nos meus olhos pra perguntar se eu tinha me perdido dos meus amigos ou algo do tipo. Era Jasmim. Conversamos um pouco, eu com pé atrás, risinhos, conversas, olhares, som, bochecha corada dela, o olho dela... beijei-a. Ela me chamou pra um café, que estava fechado. E quase tudo estava fechado naquele dia, naquele horário. Menos um famoso bar daqui. Fomos pra lá.
Conversinhas, beijinhos, cerveja e aí duas meninas dão oi pra Jasmim. Eram Violeta e Orquídia. Sentaram com a gente na mesa e ficamos até tarde batendo papo e rindo sobre tudo e sobre nada.
O resultado desse dia: namoro com Jasmim há 3 meses e hoje publico meu primeiro post aqui. Feliz com tudo e com as novas amizades.

quarta-feira, setembro 26, 2007

E o jardim rebrota!

Ai meu Deus!
Vai todo mundo ficar achando qeu eu sou a maior fogo-de-palha e indecisa do Jardim inteiro! hehe
Primeiro termino um namoro, depois volto atrás... e aí termino denovo, e depois volto atrás denovo, mas aí termino de vez.
Depois, digo que nunca vou sair do Jardim, depois saio do Jardim, e agora volto denovo!
hehehe
Que bagunça! Mas não é indecisão não, minha gente! É porque são decisões muito importantes e eu nem sempre estou 100% segura delas (como é com mta gente, né?)
Bom, Jardim rebrotando, novas espécies introduzidas (espero que se adaptem bem ao solo dessa terra, mas sem competição, ok botõezinhos???), novo adubo pra minha vontade de ficar!
Espero que tod@s gostem dessa rebrota!

xxx


Um pouco da Dama-da-Noite, neste momento: feliz e contente com o curso escolhido! completamente deslumbrada com a genética, ainda sonhando muito em ter uma filha linda com minha companheira (minha E dela)! sou o que sobrou do final de um relacionamento de 4 anos com Impatiens, e o que está sendo construído com um namoro com Amor-perfeito! Me sinto na melhor fase da minha vida, emagreci 15 kg (tava precisando urgentemente), achei quem me ama incondicionalmente! Estou completamente apaixonada e curtindo muito essa nova fase "sapatão-assumida-pro-mundo-menos-pra-minha-sogra"!

xxx
Como é bom estar de volta!!!!

terça-feira, setembro 25, 2007

tempos novos

Como é boa a sensação de escrever aqui de novo!

Nova fase do Jardim, mais madura, mais flores, mais vidas e assim mais histórias! (siiiim mais amores também!)

Mas assim, além de todas as mudanças ainda vale citar: "ainda somos os mesmos..." Ou melhor, as mesmas!

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Um pouquinho sobre Violeta, neste momento: estou na universidade novamente, em crise comigo mesma sobre a militância , feliz da vida porque finalmente tomei a decisão de largar meu emprego, com um corset lindo nas costas (10 argolas!). E o coração? Bom, ele vai bem, ele sabe pra onde vai!

quinta-feira, setembro 20, 2007

Era uma vez um Jardim...

... que foi criado com muito carinho e cheio de expectativas. Nesse Jardim cresceram 6 flores lindas, todas diferentes entre si e irradiando vida. Elas passaram por muitas alegrias, mas tambem por muitas dificuldades. E, nessas dificuldades, algumas nao resistiram.

O Jardim, no entanto, resistia. E enquanto havia motivo para as flores estarem la, uma do lado da outra, elas continuavam. Mas as intemperies eram muitas e elas, que nao aceitavam ajuda de estranhos, nao aguentaram. Fraquejaram. Se desapegaram ao Jardim e - pior - esqueceram umas das outras. Tornaram-se solitarias.

Hoje decidimos cuidar do Jardim de novo. Tirar as ervas daninhas, regar aquelas flores murchinhas no canto, adubar o solo. Mudamos de layout, estamos convidando meninas novas para escrever conosco e deixamos a porta aberta (e um espacinho na terra) pra quem quiser voltar.

Meninas de Brasilia, enviem seus curriculos! O Jardim Secreto esta voltando a ativa e precisamos da ajuda de voces para continuar. Sejam todas bem-vindas!